“Pessoal, eu quero contar pra vocês mais uma história, eu adoro contar histórias. Mas o virar a chave, muitas pessoas falam isso pra você, virar a chave é uma das coisas mais encantadoras que eu que eu vivencio a cada dia, porque a gente vira a chave todo dia, sabia? Mas essa virada de chave aconteceu depois de um curso que eu fiz de habilitação em laser e me indicaram fazer um curso sobre hipersensibilidade dentinária, ou seja, hoje todo mundo tem dor, né? Eu fui fazendo e perguntei, quem que é esse professor? Eu não conhecia esse professor, é o professor Paulo Vinícius Soares, que ele é o nosso mentor na comunidade Dentista Pro, eu não conhecia. E ele me fez uma pergunta muito, muito assim, instigante que eu achei, porque falou assim, você não me conhece? Porque ele queria facilitar o processo, eu falei, não, nunca vi falar de você.
Aí ele riu, ele falou, quanto tempo você tem de formada? Eu falei, 40 e na época era uns 42, eu já tenho mais um pouquinho. Aí ele ficou me observando e tal, a aula toda, eu perguntei muito, eu adoro perguntar, e o curso foi maravilhoso, eu aprendi muito. Foi quando eu vi falar da síndrome do envelhecimento precoce bucal.
E nesse dia, no final da aula, ele direcionou o olhar pra mim e me disse uma coisa que foi a minha virada de chave, porque que eu mudei, por isso que eu tô nesse contexto dessa educação, dessa prevenção bem maior do que eu já tava fazendo. Ele virou pra mim e falou assim, você sabe quais as duas especialidades que vão fazer a prevenção dessa síndrome, do dentista de dois mil e… (eu não sei, mas ele falou um ano que seria lá pra frente…) Eu fiquei olhando pra ele e ele falou assim: é a odontopediatria e a Ortodontia.
Naquele momento, eu senti os 40 anos no meu ombro. Puxa vida, é odontopediatria, porque mexe com criança, ortodontia também, nós podemos fazer essa virada de chave, que é prevenir. E como que a gente previne? A gente previne fazendo a prevenção de ouro, não deixar acontecer nas nossas crianças.
Eu até arrepio, isso é emocionante, porque eu quero realmente isso, uma prevenção de ouro, educar as famílias, pra que essa criança não chegue nos adultos jovens que estão hoje? Pra quê tanta ansiedade? Por que a criança tá nesse mundo digital e parou de brincar? Então eu me sinto muito responsável. E eu agradeço ao professor Paulo Vinícius Soares e à comunidade que estou hoje, que dá toda a força pra gente poder fazer essa educação e prevenção.” Emília Carla Finotti, Odontopediatra
Educação e Prevenção de Ouro para evitar a Síndrome do Envelhecimento Precoce Bucal.
Sinais de alerta nas crianças: ansiedade com o hábito de roer unhas, explosões de raiva e uso exagerado de telas.
Sinais de alerta nos adultos jovens: Podem apresentar apertamento dental ou bruxismo em vigília.
Se os sinais são detectados é preciso apresentar ao paciente e a família soluções como: Rotinas para o sono, correção de distúrbios alimentares.
A odontopediatria precisa se preocupar para além de doces e cáries.
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